Começou recentemente a primavera, a estação das flores. Com ela, também chegaram os problemas de alergia para grande parcela da população. A primavera costuma estar associada a sintomas respiratórios resultantes de alergias nas regiões em que as estações são bem-marcadas, e isso se deve à polinização.
As manifestações mais comuns são a asma brônquica, a rinite alérgica, as alergias cutâneas e a conjuntivite alérgica. A alergia é uma doença hereditária. Uma criança filha de pais com este problema tem cerca de 60% de chance de também sofrer, embora a doença nem sempre se manifeste da mesma forma que em seus pais ou avós. Além disso, uma pessoa pode ser alérgica mesmo que seus pais não o sejam.
O alergista Arnaldo Porto Netto afirma que uma forma de evitar complicações no período é abrir as janelas apenas em determinados horários. “De manhã cedo, por exemplo, o pólen está baixo, e a medida que vai esquentando a terra, ele vai subindo para as nuvens. Depois das 16h, acontece o contrário, o pólen vai descendo. Então este é o cuidado que as pessoas precisam ter”, destaca.
Ainda conforme o alergista, a orientação é que as pessoas deixem para abrir a casa entre às 12h e 15h, momento em que o polén está alto e, posteriormente, ao anoitecer, quando o pólen já foi molhado pelo sereno.











