Em 2009, o prefeito Airton Dipp, adquiriu esse terreno às margens da BR-285, próximo a divisa de Carazinho, para a construção de um novo presídio. A área foi doada ao Estado do Rio Grande do sul para edificar a obra. Em 2010, elas tiveram início. Pelo menos 7% foram feitas, ou seja, basicamente as fundações. Em seguida o Tribunal de Contas da União interviu alegando irregularidades e o projeto parou. Já se vão cinco anos e não foram retomadas. Segundo o TCU estaria faltando licença da Caixa Econômica Federal. Teria sido a razão. A consequência foi o retorno para Brasília de nada menos que R$ 8 milhões que estavam depositados na própria Caixa Econômica. Passo Fundo que tem apenas um presídio com capacidade para 390 presos, mas que abriga mais de 700 continua sem a obra.
No ano passado, chegou-se a cogitar a construção ali de um presídio feminino. Outra ideia que dificilmente vai vingar pela lentidão como está sendo conduzido o processo.
Qualquer outra obra que se faça no local terá um custo extra de remoção dos alicerces que lá foram cravados.











