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Decretada prisão do acusado de matar o padre Eduardo Pegoraro

A juíza Marilene Campagna, de Tapera, aceitou o pedido do delegado de polícia Marino Franceschi, e decretou a prisão preventiva do empresário Jairo Paulinho Kolling, que confessou ter matado o padre Eduardo Pegoraro. Jairo, que é dono de uma funerária em Selbach, onde morava com a esposa e dois filhos menores, está internado sob custódia da polícia em um hospital de Carazinho. O delegado Franceschi, disse que ele é réu confesso dos crimes. Vai responder por um homicídio doloso contra o padre e uma tentativa de homicídio contra a esposa. Conforme Franceschi, há outro agravante, porque ele carregava, no bolso, mais 5 projéteis de revólver 38 usado no crime. “Sua intenção era mesmo fazer as execuções”, disse o delegado em entrevista à Rádio Cultura  de Tapera. Ele disparou os cinco projéteis que estavam no tambor da arma. Um errou os alvos e atingiu um carro do lado de fora da casa paroquial.

Jairo não corre risco de vida. Ele disparou um tiro debaixo do queixo e atingiu os dentes. A mulher, Patrícia Kolling, uma professora estadual que ministrava aulas de violão,  também não corre risco de vida. Ela foi atingida no pulmão mas está consciente e falando. Ela depôs à polícia e negou que tivesse envolvimento amoroso com o religioso, disse o delegado. Letícia é uma pessoa alegre. Na sua página social de facebook fica evidente a amizade que tinha com as dezenas de manifestações de solidariedade e apoio.

O crime ocorreu ontem por volta das 09 horas de sexta-feira. “Não há testemunha ocular do fato. Os três foram vistos entrando em uma sala. Em seguida se ouviram os disparos e a mulher saiu  pedindo por socorro”, disse o delegado.

O padre Pegoraro foi sepultado na tarde desse sábado na comunidade de São Marcos, interior de Água Santa.

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