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Mantido o veto ao PL que obriga captação da chuva em prédios públicos

Mesmo com  11  votos a favor e oito contrários foi mantido o veto do prefeito Luciano Azevedo ao Projeto de Lei (PL) que trata sobre a implantação de sistemas de captação e armazenamento de água da chuva nos novos projetos de edificações públicas municipais, de autoria do vereador Pe. Wilson Lill (PSB). Para derrubar o veto é necessário a maioria dos votos que somaria 12.

O executivo justificou o veto informando que o mesmo possuía vício de inconstitucionalidade, o que geraria despesas e responsabilidade ao erário municipal, o que  foi acatado pela Comissão de Legislação e Redação (CLR).

Lill lamentou a derrubada do veto e destacou que o projeto é de extrema relevância para a sustentabilidade e iria  beneficiar a cidade como um todo.  

O sistema consiste em captar, filtrar, armazenar e disponibilizar a água de chuva para uso em áreas internas e externas. A água da chuva com tratamento simples é uma alternativa para utilização em descargas sanitárias, irrigação de jardins, lavagem de carros, pisos e roupas.

O sistema de aproveitamento de água da chuva pode gerar uma economia que, em muitos casos, pode chegar a 50% do volume de água potável consumida da rede municipal.

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