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Animais da Cavalgada do Mar passam por fiscalização da Secretaria da Agricultura Nesta edição, participam 320 equídeos (equinos, muares e asininos)

Foto: Divulgação/Seapi

Há cerca de 10 anos, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) acompanha a Cavalgada do Mar, promovida pelo Instituto Cultural Cavalgada do Mar. Este ano, em sua 40ª edição, o evento conta com aproximadamente 400 pessoas e deve percorrer 150 quilômetros no Litoral Norte. Iniciou no último dia 23, em Torres, e termina nesta sexta-feira (30/1) em Pinhal, passando por Arroio do Sal, Capão da Canoa, Imbé, Tramandaí e Cidreira. Participam 320 equídeos (equinos, muares e asininos), de ambos os sexos, de todo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

A equipe da Seapi é formada por dois médicos veterinários, quatro técnicos agrícolas e um motorista, que acompanham todo o percurso. A coordenadora do trabalho e fiscal estadual agropecuário, Luciana Borba, explica que o acompanhamento da Cavalgada pela Seapi acontece em decorrência de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), firmado entre o Ministério Público do RS e o Instituto. “O objetivo é garantir a defesa sanitária animal e o cumprimento das condições de bem-estar animal”.

Segundo Luciana, os servidores da Seapi acompanham o recebimento dos animais pelos médicos veterinários habilitados do evento, garantindo que somente os que cumprem as exigências sanitárias ingressem na
Cavalgada. “A equipe acompanha o deslocamento dos equídeos durante o percurso, fiscalizando as condições de bem-estar e o fornecimento de descanso e água para eles, além de evitar o ingresso de animais que não cumprem as exigências sanitárias – Guia de Trânsito Animal (GTA), exame negativo de Anemia Infecciosa Equina (AIE) e carteira ou atestado de vacinação contra influenza equina”.

Para o zootecnista da Seção de Eventos (Sisea) da Seapi, Pablo Charão, o papel da Secretaria é fundamental para garantir que nada de mal ocorra com os animais. “Então, a equipe está atenta para, caso ocorra algum problema, notificar o proprietário para que o equídeo seja recolhido e retorne para sua origem. A ideia é preservar a sanidade e o bem-estar de todos esses animais que estão participando da Cavalgada”.

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