Após seis dias de programação, a 46ª Coxilha Nativista de Cruz Alta chegou ao fim na madrugada deste domingo (2), celebrando a música regional e premiando as melhores composições da edição de 2026. O festival reuniu intérpretes, músicos e compositores de diferentes regiões do Rio Grande do Sul, reafirmando sua tradição no calendário cultural gaúcho.
A programação começou na segunda-feira com a realização da Coxilha Piá – Fase Local. Na terça-feira foi a vez da etapa estadual da categoria infantil. Já na quarta-feira, o palco recebeu as apresentações da Fase Local da Coxilha Nativista. As classificatórias da Fase Estadual ocorreram nas noites de quinta e sexta-feira, definindo as 15 canções finalistas.
As músicas classificadas voltaram ao palco na noite de sábado para disputar a grande final. Ao término das apresentações, a comissão julgadora anunciou a classificação das três melhores composições do festival.
O primeiro lugar ficou com “Potreador”, no ritmo de chamarra, interpretada por Lisandro Amaral e André Teixeira. A segunda colocação foi conquistada por “O Meu Último Cachorro”, uma milonga defendida por Marcelo Oliveira. Fechando o pódio, “Querência e Destino”, também uma milonga, garantiu o terceiro lugar com interpretação de Joca Martins e Juliana Spanevello.
A noite de encerramento também teve espaço para atrações especiais. O público acompanhou a apresentação de Renato Fagundes, na 9ª Coxilha Instrumental, e, na sequência, o show do grupo Os Compadres, que encerrou a programação com muita música e animação.
Com mais uma edição concluída, a Coxilha Nativista reforça seu papel na valorização da música regional e da cultura gaúcha, mantendo viva uma tradição que há décadas reúne grandes nomes do nativismo em Cruz Alta.














