O Tribunal do Júri de Tapejara condenou, nesta sexta-feira (11), um homem a 75 anos de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio da própria esposa, Ana Maria Venâncio Baretta, de 24 anos. O crime aconteceu em 25 de novembro de 2024.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul (Mqual o noPRS), Ana Maria foi morta com golpes de faca dentro da residência do casal. O crime foi cometido na presença dos dois filhos da vítima, que tinham 6 e 8 anos na época.
Durante o julgamento, os jurados acolheram a tese apresentada pelo Ministério Público e reconheceram o feminicídio, além das causas de aumento de pena relacionadas ao uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e ao fato de o crime ter sido cometido na presença dos descendentes da mulher.
O promotor de Justiça Albino Romero Junior atuou em plenário pelo MPRS.
Na sentença, a Justiça também considerou a gravidade das consequências para os filhos, que presenciaram o assassinato da mãe e ficaram órfãos em razão da conduta praticada pelo próprio pai.
O réu, que já estava preso preventivamente, teve a prisão mantida e não poderá recorrer em liberdade.
Reportagem: Jeferson Vargas











