A luta pela valorização da educação passa essencialmente pela qualificação formativa. O Brasil está preparado para produzir trabalhadores e não gente que pensa.
Talvez passe por essa questão a valorização da educação.
O INEP (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais) apontou o Rio Grande do Sul mais uma vez campeão em reprovação no ensino médio, com índice de 20,7%.
A principal estratégia é a estruturação da reforma no ensino médio com disciplinas voltadas para o mercado de trabalho e a formação de professor. Na década de 80 a Escola Estadual de Primeiro e Segundo Graus Cecy Leite Costa (hoje instituto), entre outras, desafiava os alunos da época com disciplinas, que eram muito bem aproveitados no mercado de trabalho.
Redator auxiliar, técnicas domésticas, prótese, eletricidade, eram os cursos que capacitavam os jovens para a inserção do no mercado de trabalho.
No contexto brasileiro, a inserção do jovem no mercado de trabalho tem cada vez mais recebido apoio de iniciativas organizadas em forma de programas, de projetos e de políticas públicas específicas, embora ainda não se constituam como um conjunto de ações.
A juventude brasileira é apontada como o segmento mais vulnerável e mais afetada pelo incremento da violência na sociedade. Embora o trabalho possa não ser a solução unicamente positiva para jovens.
Contudo, o que oferecer aos jovens enquanto não estiverem trabalhando?










