O candidato a vice-governador, na chapa de Sartori, José Paulo Cairoli, foi palestrante em reunião-almoço da ACISA nessa terça-feira, em Passo Fundo. Debutante na política partidária, filiado há somente 10 meses no PSD, insistiu na tese de que não acredita em partidos e sim em pessoas. Na presidência da Federal, afirma que falava em PD, Partido do Desenvolvimento.
Ao ser questionado pela reportagem da Planalto sobre o peso da máquina pública estadual, onde 2% de aposentados estaduais levam 30% da receita (R$ 12 bilhões por ano), disse que é impossível continuar com esse sistema onde o servidor se aposenta com pouco mais de 45 anos num Estado onde a longevidade é uma das maiores do país. Mas, entende que toda a reforma previdenciária ou de tributos precisa ser feita a nível federativo. Defendeu a meritocracia no serviço público ao sustentar que a primeira experiência foi introduzida em Pernambuco, num governo socialista.
Com Sartori, disse que querem fazer um governo voltado para o Estado e não para grupos partidários ou corporações.
Cairoli criticou a morosidade no licenciamento ambiental no Rio Grande do Sul. Afirmou conhecer um caso em que um industrial esperou sete anos para obter a licença. “A média aqui são dois anos de espera em Santa Catarina são dois meses”, afirmou.











