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Coleurb e Transpasso se manifestam sobre paralisação dos trabalhadores

Os trabalhadores do transporte coletivo urbano de Passo Fundo, que atuam na Coleurb e na Transpasso, anunciaram paralisação a partir desta terça-feira (25).  Diante disso, houve uma manifestação das empresas em nota que consta dos seguintes termos:

“Diante do comunicado feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos Urbanos de Passo Fundo (Sindiurb), sobre o resultado da assembleia realizada na noite desta quinta-feira (20), na qual ficou decidido, por meio de votação, que a categoria entrará em greve a partir de terça-feira (25.03.2014), as empresas Coleurb e Transpasso esclarecem que:
1) Foram realizadas várias reuniões de negociação, tendo as empresas realizado esforços para a solução negocial do conflito;
2) As empresas apresentaram proposta de reajuste de 6%, ou seja, num índice superior ao da inflação do período revisado (5,2600%), segundo o INPC, mesmo com recente decisão judicial que reduziu a tarifa do transporte coletivo urbano, que pende de recurso das empresas;
3) As empresas propuseram, além do reajuste antes referido, a retomada da negociação após a definição judicial da tarifa praticada em Passo Fundo, para que a população não fosse penalizada de forma alguma durante o período de negociação;
4) As propostas apresentadas restaram rejeitadas pela categoria profissional, entendendo as empresas que  tal decisão pela greve é equivocada e precipitada, eis que não concordam com qualquer paralisação total ou parcial dos serviços públicos de transporte coletivo;
5) Apesar de todas as dificuldades que o setor de transporte coletivo urbano vem passando, a Coleurb e a Transpasso reafirmam o compromisso com a comunidade de manter o serviço público que é essencial. Sendo assim, contam com a colaboração e bom senso de todas as partes envolvidas para que a comunidade de Passo Fundo não seja prejudicada.
6) A Coleurb e a Transpasso informam que estão buscando todas as medidas legais possíveis para que, de forma ágil e transparente, o impasse seja resolvido e a população não sofra as consequências diante da falta de transporte coletivo.

Confira a manifestação do presidente do Sindiurb, Miguel Valdir dos Santos Silva, sobre a decisão da categoria.

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