No dia 23 de junho a ANEEL anunciou o reajuste tarifário anual de 2015, daCoprel Cooperativa de Energia. O reajuste médio ficou definido em 27,43%, a seraplicado no consumo a partir do dia 30 de junho, e será pago pelos cooperantessomente nas faturas com vencimento em agosto.O reajuste da Coprel em 2015 foi menor que o de todas as concessionárias daárea de atuação da cooperativa.
As concessionárias tiveram um reajuste extraordinárioem março e mais o reajuste anual agora na metade do ano, e a média de aumentodestas empresas ficou superior a 30%. Além disso, os cooperantes da Coprel totalizam4 meses pagando menos pela energia elétrica, em razão da cooperativa não ter tidoreajuste extraordinário.Também entrará em vigor para a Coprel, o sistema de Bandeiras Tarifárias. É oMinistério de Minas e Energia que exige a aplicação das bandeiras tarifárias, que sãoum sinal econômico relativo à capacidade dos reservatórios de geração de energiahidroelétrica. As bandeiras podem ser de três cores que definem acréscimos na faturade energia: com a bandeira verde, não há acréscimos, a bandeira amarela resulta emum acréscimo de R$2,50 para cada 100 kWh, e na bandeira vermelha, é cobrado umvalor de R$5,50 para cada 100 kWh consumidos. As bandeiras tarifárias estão em vigorem todo o Brasil desde janeiro deste ano, exceto para as cooperativas permissionárias,como a Coprel.
O sistema de bandeiras entrará em vigor para os cooperantes a partirde 1º de julho de 2015, sendo pago nas faturas com vencimento em agosto. A Coprelvai totalizar 7 meses sem cobrança das bandeiras tarifárias, um importante benefícioaos cooperantes. O presidente da Coprel Jânio Vital Stefanello, destaca os dados apresenntadospela ANEEL na definição do reajuste da cooperativa.
“Fazendo um comparativo a partirde junho de 2012, o reajuste das tarifas da Coprel ficou em 2,32%, enquanto o IGP-Maumentou 19,25%, e o IPCA, teve aumento de 22,89% no período”.
O valor pago atéagora na tarifa de energia da Coprel, equipara-se ao pago em 2004. “O grandediferencial da cooperativa é o atendimento. E além deste serviço diferenciado, osúltimos meses representam um importante diferencial competitivo aos cooperantes,que estão pagando um valor bem menor pela energia em comparação àsconcessionárias. E mesmo após o reajuste definido pela ANEEL, o valor aplicado serásemelhante e em muitos casos menor que o das concessionárias da região e do Estado,garantindo a competitividade da agricultura, da indústria, sem onerar o cooperante” ,complementa Stefanello.











