Grupo Planalto de comunicação

CTG da Bahia comemora 60 anos Com muito trabalho, os gaúchos transformaram uma área no Alto de Pituaçu em um verdadeiro rincão gaúcho na capital da Bahia

Fotos: Grupo Planalto de Comunicação

O Centro Gaúcho da Bahia (CTG da Bahia – Rincão da Saudade), celebrou em dezembro seus 60 anos de história, reafirmando a força do tradicionalismo gaúcho em solo nordestino e o papel da entidade como referência cultural, social e de integração entre diferentes regiões do Brasil.

Fundado em 8 de dezembro de 1965, na cidade de Salvador, o CTG da Bahia nasceu do ideal de gaúchos radicados na capital baiana que sonhavam em manter vivas as tradições do Rio Grande do Sul, mesmo longe da terra natal. Com muito trabalho voluntário, companheirismo e espírito coletivo, os fundadores transformaram uma área no Alto de Pituaçu em um verdadeiro rincão gaúcho, onde a cultura, a amizade e a identidade tradicionalista se encontram até hoje.

Ao longo de seis décadas, o Centro Gaúcho da Bahia cresceu, superou desafios e se consolidou como um importante ponto de encontro da colônia gaúcha e de simpatizantes da cultura sulista. Atualmente, a entidade conta com uma estrutura ampla e impecável, que inclui um grande salão de eventos, duas áreas cobertas para atividades externas, piscina, além de um apartamento destinado a músicos e artistas que se apresentam no local. O CTG também possui um prédio alugado para a Prefeitura de Salvador, onde funciona uma escola municipal, reforçando o papel social da entidade junto à comunidade.

A comemoração dos 60 anos teve como ponto alto a grande festa realizada no dia 14 de dezembro, reunindo associados, convidados e tradicionalistas. A programação iniciou pela manhã com o recebimento da centelha da chama crioula Paixão Cortês, seguida de almoço com churrasco gaúcho e, à tarde, uma domingueira animada pelo grupo Herança Gaúcha, celebrando a música, a convivência e a história construída ao longo de seis décadas.

Além das comemorações, o CTG da Bahia viveu um momento especial em setembro deste ano, ao receber a terceira edição do projeto “Do Rio Grande ao Pantanal”, que teve Salvador como uma de suas paradas. A comitiva foi calorosamente recepcionada pelo patrão Ari Mazzochin, gaúcho natural de Casca, juntamente com os integrantes da patronagem, em um encontro marcado pela hospitalidade.

Outro destaque da visita foi a figura do senhor Edilson, conhecido carinhosamente como “Padre”, funcionário do CTG. Baiano de nascimento, mas apaixonado pela cultura gaúcha, ele é reconhecido pelo cuidado, dedicação e zelo com o espaço, mantendo o Centro sempre organizado e acolhedor, sendo exemplo de como o tradicionalismo ultrapassa fronteiras.

Sessenta anos depois de sua fundação, o CTG da Bahia segue firme como símbolo de resistência cultural, integração e identidade, mantendo acesa a chama do Rio Grande do Sul na capital da Bahia.

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