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Em coletiva, Polícia Federal e Ministério Público afirmam que Dal Agnol deve ser extraditado

O advogado passo-fundense Maurício Dal Agnol, que lesou mais de 30 mil de seus clientes com um golpe que desviou mais de R$ 100 milhões e que atualmente se encontra nos Estados Unidos, assim que for capturado, deve ser extraditado. A informação foi repassada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Estadual em entrevista coletiva na tarde de sexta-feira, 21, na sede da PF, em Passo Fundo. Além de Dal Agnol, o advogado Vilson Bellé, do município de Bento Gonçalves, também estaria envolvido nos crimes. Ele também está foragido e sendo procurado pela Polícia Federal.

Os delegados da Polícia Federal, Sandro Caron de Moraes (Superintendente Regional), Mauro Vinícius Soares (Chefe da Delegacia da Polícia Federal de Passo Fundo) e Mário Vieira (Sub-Chefe da Delegacia da Polícia Federal de Passo Fundo), o Subprocurador Geral de Justiça, Ivory Coelho Neto e os promotores Álvaro Luis Poglia e Marcelo Pires, do Ministério Público Estadual, concederam entrevista coletiva e afirmaram que Dal Agnol deve ser extraditado para o Brasil. A foto do advogado está no site da Interpol, a Polícia Internacional, como procurado.

Quando perguntados sobre o porquê de não aguardarem o retorno de Dal Agnol dos Estados Unidos para que a Operação Carmelina fosse desencadeada, todos afirmaram que não haveria porque perder tempo e que existem prazos para que a justiça cumpra esses mandados. As pessoas que foram lesadas e que ainda não sabem, devem procurar a Polícia Federal ou mesmo o Ministério Público. O promotor Póglia afirmou que a partir da investigação em Passo Fundo, a Polícia Federal pode identificar mais pessoas que tenham sido lesadas por Dal Agnol.

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