O episódio do Esporte Clube Passo Fundo trouxe algumas inquietações: o Esportivo foi punido com a perda de mando de campo e, trinta mil reais em um julgamento que frustrou toda e qualquer expectativa da vítima. Apenas recebeu a solidariedade dos colegas que em campo cruzaram os braços em protesto a justiça.
Não se fez justiça contra a honra e a dignidade da pessoa humana. O ser continuou agredido e muito ferido.
O Passo Fundo foi punido por infringir o regulamento no entendimento da FGF. Mas, o Passo Fundo tinha argumentos suficientes para que a aplicação da pena não ostentasse tamanha voracidade ao clube que movimentou uma região com um número expressivo de torcedores ao estádio. Empregou muitas pessoas, contribuiu com o social, além da entrega exaustiva de abnegados que se doam ao clube diuturnamente.
No meu entendimento não se fez justiça. Muito pelo contrário, foi mais uma questão política do que jurídica.
Enfim, resta juntar o que sobrou, e unir mais esforços para voltar o quanto antes ao cenário da elite do futebol.
Potencializar o clube com diretrizes administrativas e juridicas para fazer frente aos percalços que acontecem na rotina de um clube de futebol.










