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Investigação sobre fraude com álcool etílico não reduz o avanço na qualidade do leite distribuído à população

Nessa terça-feira, 12, no programa Frente a Frente da Rádio Planalto AM, foi tratado das causas e consequências da adição de álcool ao leite, conforme as investigações do Ministério Público. Duas cooperativas estão dando as suas explicações e em primeiro momento negam que tenham adotado esse procedimento. Os especialistas apontam que isso teria fins econômicos.

Geralmente há adição de água para aumentar o volume, porém para passar no controle de qualidade do teste de crioscopia, o álcool é colocado e acaba mascarando a irregularidade.

Contudo, são em investigações assim que os problemas pontuais precisam ser conhecidos e os fraudadores punidos.

No geral, a qualidade do leite produzido e colocado à disposição dos consumidores é de excelente qualidade. Nos últimos anos, muito se tem avançado, considera Elci Dickel, técnico aposentado do Ministério da Agricultura. Confira no áudio.

A professora Luciana Santos, do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Passo Fundo, afirma que a população precisa valorizar os produtos de boa qualidade colocados no mercado. Ela afirma que as marcas deveriam ser preservadas até se chegasse à verificação de fraude nas investigações. (Áudio)

A produção de leite no estado é investigada desde maio de 2013, quando foi descoberta a presença de água de poço e ureia com formol. Na oportunidade foi desencadeada a operação “leite compen$ado”, que primeiramente verificou a atuação dos intermediários e depois das indústrias.

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