O clima corre totalmente desfavorável à lavoura de trigo que está em campo. A referida planta gosta de frio e tempo mais seco. Desde o mês passado, o que acontece é justamente o contrário, excesso de chuvas e falta de luminosidade. O engenheiro agrônomo Bernardo Palma, disse que esse ambiente favorece o aparecimento de doenças fúngicas e dificulta a entrada na lavoura com máquinas para controle de invasoras e de doenças. No mês passado, choveu 170mm, 30mm acima da média, durante nove dias. Nesse mês de julho, até o último dia 21, foram 16 dias de chuvas, com menos de três horas diárias de luminosidade.
Conforme Palma, mesmo assim, o triticultor precisa estar atento ao surgimento de doenças fúngicas e de ervas-daninhas para entrar na lavoura quando for possível.