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Mobilização em Passo Fundo deve paralisar centro da cidade nesta quinta-feira

Onze de julho é dia de greve geral no Brasil. Em Passo Fundo as manifestações começam já a partir das oito horas da manhã. Os professores ligados ao CPERS se reúnem no salão da Paróquia Sagrado Coração de Jesus e depois vão, à pé, até a esquina da Avenida Brasil e da Rua Bento Gonçalves. Eles vão passar em frente a Coordenadoria Regional da Educação, apresentando suas propostas. A diretora do Sétimo Núcle do CPERS, Norma Machado, explica quais são as escolas que já confirmaram paralisação para quinta-feira. (Ouça o áudio 1)

Às nove horas, os estudantes se reúnem na esquina do Banco do Brasil. A partir das dez horas os demais trabalhadores também se juntam à manifestação. Por isso, o comércio não deve abrir as portas pela manhã. O diretor do Sindicato dos Comerciários, Tarciel da Silva, acredita que a adesão seja grande. (Áudio 2)

As agências bancárias também não devem abrir pela manhã na quinta-feira. O diretor do Sindicato dos Bancários, Dário Delaví, explica que as reivindicação vão desde a reforma agrária até a reforma política. (Áudio 3)

O Sindicato dos Metalúrgicos também deve levar os trabalhadores da categoria à cruzar os braços. Segundo o presidente Ailton Araújo, os mais de seis mil metalúrgicos da cidade devem ir para a rua cobrar pautas antigas.(Áudio 4)

Ônibus com trabalhadores da região devem se unir aos protestos em Passo Fundo. Os motoristas e cobradores do transporte coletivo estudam a possibilidade de, mais uma vez, parar as atividades.

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