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Número de rebaixados no Gauchão divide opiniões

Olá, amigos internautas!
O Esporte Clube Passo Fundo está confiante na sua permanência na elite do futebol do Rio Grande do Sul e assim espera alcançar o êxito no julgamento do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Enquanto isso, uma preocupação que não é só dele, mas de todos os demais clubes, menos a dupla Gre-Nal, diz respeito ao número de rebaixados no próximo ano.
O presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Noveletto, já informou que seis clubes irão cair. É um número significativo. Já acompanhamos queda de um, de dois, de três e até de quatro clubes. Agora com meia dúzia ainda é uma novidade.
Para os clubes do interior, que fazem grandes esforços para montar suas equipes e disputar um campeonato que termina ainda no início do outono, é uma situação perigosa.  A queda representa a perda substancial de receita.
Por isso, há quem defenda uma redução gradativa de clubes, com quatro integrantes. Essa é uma opinião da imensa maioria dos clubes. Resta saber se os dirigentes vão saber defender seu posicionamento ou vão aceitar o que é imposto. A Federação existe para os clubes e não os clubes para a Federação. 
Claro que a entidade maior tem muitos méritos. Ela garantiu para as agremiações do interior uma receita até então nunca antes vista e o lado financeiro na montagem do calendário não pode ser deixado de lado.
Em contrapartida, se a ideia é chegar a 12 clubes no Gauchão, que não esqueça do restante. É preciso ter competições atrativas para se disputar. Ninguém sustenta suas famílias com futebol por apenas dois ou três meses. E nenhum clube mantém seu vínculo com os torcedores com curto relacionamento no período de verão.
Até a próxima. Sejam felizes, vocês merecem!

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