Um investimento com alto custo e baixa utilização da população. Essa é a realidade encontrada na passarela de pedestres que cruza por cima da BR-285 na saída para Lagoa Vermelha.
A obra veio para facilitar a vida dos moradores e usuários da região dos bairros São José e Petrópolis, que precisam circular entre as duas regiões a pé, porém, a localização do empreendimento dificulta o acesso das pessoas que acabam optando por arriscarem suas vidas e atravessando a via diretamente pelo próprio asfalto, deixando de lado a utilização segura da passarela. Moradores de rua e indígenas aproveitam o pouco movimento no local e se instalam por tempo indeterminado embaixo das rampas de acesso.
Segundo o estudante João Vitor Castanho, é raro ver alguém utilizando a estrutura. “Eu passo aqui praticamente todos os dias e no mínimo duas vezes ao dia, e nunca vejo ninguém nessa passarela. Nem em cima, nem nas rampas de acesso e nem nas calçadas ali perto. Não tem movimento naquele ponto”.
Para moradores da região, a construção deveria ser em outro ponto como por exemplo na chegada da rua Sinimbú com a 285, onde o fluxo de pedestres é maior e o acesso à passarela seria mais fácil, atendendo às demandas da comunidade local de uma maneira mais eficiente.











