O objetivo é chamar a atenção e esclarecer a sociedade da importância de se conferir autonomia aos Advogados Públicos, da mesma forma que o Ministério Público e a Defensoria Pública. Os membros da AGU (Procuradores Federais, Advogados da União e Procuradores da Fazenda Nacional), além de representarem judicialmente a União e suas autarquias e fundações, exercem o controle preventivo da legalidade e probidade dos atos de gestão dos recursos públicos através do assessoramento jurídico prestado aos ordenadores de despesas. Ainda segundo dados oficiais, a atuação das carreiras da Advocacia Pública Federal gerou economia e arrecadação R$157, 5 bilhões para os cofres públicos federais no ano de 2013.
De acordo com o procurador federal Edivânio Ceccon, além das melhorias de salários, hoje seria preciso pelo menos mais 10 pessoas para que o trabalho pudesse ser realizado a contento no seu setor de atuação. Ele informa ainda que, se as manifestações dos servidores, que ocorrem em todo o país, não forem atendidas pelo governo federal, existe a possibilidade de greve. “Podemos sim fazer uma greve, que é uma coisa que está dentro do nosso direito de servidores públicos. Hoje existem muitos processos e não temos como dar maior celeridade se não tivermos mais pessoas para trabalhar”, diz.











