O pátio da Prefeitura de Passo Fundo foi tomado na tarde dessa segunda-feira, 27, por uma multidão de servidores municipais. A assembleia que foi marcada para as 15h, no Plenarinho da Câmara Municipal de Vereadores, teve que ser transferida para o lado externo do prédio, já que o número de participantes no momento excedia o limite apresentado para aquele espaço.
A diretoria do Simpasso comandou a movimentação, onde explicou e mostrou ao público, o documento que tratava das alterações do pagamento do Ticket Alimentação (T.A.), enviado pelo Executivo Municipal ao Sindicato, o que desmitificou qualquer boato que desmentia a existência do projeto.
A intenção do Sindicato era que o prefeito Luciano Azevedo se manifestasse aos servidores, mesmo que fosse para esclarecer o estudo da mudança do T.A., o que não aconteceu.
Por orientação, os participantes do ato se dirigiram para a Câmara Municipal e participaram da Sessão Plenária, onde aconteceram diversos manifestos.
Durante toda a Sessão houve manifestos de diversos vereadores.
De acordo com o presidente do Simpasso, Marcelo Ebling, o Sindicato aguarda uma manifestação do prefeito, que até o final desta segunda-feira não aconteceu.
A mudança sugerida no T.A. dos servidores acarreta em diversas alterações, incluindo o não recebimento do benefício em caso de falta de serviço, ainda que em razão de compensação de horário, de atestado médico, de férias, de licença saúde, licença maternidade, paternidade e adotante, licença prêmio, acidente de trabalho, ou de outros afastamentos.
O direito do Ticket Alimentação foi conquistado em 1993, na gestão do prefeito Osvaldo Gomes.
Em nota, a Prefeitura disse que ” A Prefeitura de Passo Fundo respeita a manifestação do Sindicato dos Servidores Municipais de Passo Fundo – Simpasso, realizada nesta segunda-feira (27). O Governo Municipal esclarece, porém, que não existe qualquer projeto a respeito do Ticket Alimentação. O que existe é a avaliação de medidas que possam manter o Município adequado às exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal. A Prefeitura reafirma que, em nenhuma hipótese, haverá alteração sem que os servidores sejam ouvidos.”











