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Temos que respeitar o resultado das urnas, diz Tarso Genro

O governador Tarso Genro, em entrevista coletiva na noite de ontem, parabenizou seu adversário, o governador eleito, José Ivo Sartori (PMDB), eleito com 61,22% dos votos. Além disso, ele agradeceu a todos os que trabalharam e o apoiaram na sua campanha à reeleição.

“Cumprimento o governador eleito do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, que fez uma campanha integra na visão de como fazer uma disputa eleitoral. Nós temos que respeitar e dar importância para a soberania popular em um momento como esse. Foi um processo em que tivemos muitos debates. A população acompanhou e fez a sua opção, temos que respeitar. Apresentamos um projeto de futuro e a maioria da população optou por outro projeto. Desejamos uma boa gestão, nós estaremos da nossa parte defendendo as conquistas do nosso governo, que foi bem avaliado”, falou Tarso Genro.

“Nós fizemos uma boa campanha no primeiro turno, uma bela campanha no segundo. Estamos muito felizes com a vitória da presidente Dilma e, claro, um pouco triste pelo resultado aqui. Nós achávamos que deveríamos seguir esse trabalho, mas entendemos que o povo gaúcho não quis dar sequência a isso. Temos que respeitar o resultado das urnas”, seguiu Tarso.

Quando questionado se o resultado das urnas seria um repúdio ao seu governo, Tarso assim se manifestou: “O nosso governo foi aberto, tanto é verdade que várias pessoas que apoiaram o nosso adversário estavam no conselho de desenvolvimento social. No nosso governo não faltou diálogo. Não encaro o resultado das eleições como repúdio a nossa capacidade de governar. Só se foi a essa forma de diálogo, mas isso é algo que teremos que avaliar na sequência.”

Tarso falou também sobre o piso do magistério, “Não acho que o piso tenha prejudicado a nossa reeleição. Tenho convicção de que nós tivemos apoio de mais de 70% do magistério aqui no Estado. Demos o maior aumento do magistério na história do Estado. Vejo que essa questão do isso não prejudicou o nosso adversário, que não encarou essa questão como relevante.”

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