O dia 24 de abril é celebrado como o Dia Internacional do Milho, cereal estratégico para a alimentação e a economia global. O Brasil ocupa a terceira posição na produção mundial, atrás de Estados Unidos e China, além de figurar como segundo maior exportador.
Com produção acima de 130 milhões de toneladas, o país tem no Mato Grosso seu principal polo produtivo, seguido por Paraná, Goiás e Mato Grosso do Sul. A safrinha garante grande parte do volume colhido e sustenta o desempenho brasileiro no mercado internacional.
Além da força econômica, o milho também tem presença histórica na alimentação. Originário da Mesoamérica, o grão já era cultivado por povos indígenas antes da colonização e segue como base de diversas receitas no Brasil, especialmente na região Sul.
Entre os pratos tradicionais, a polenta se destaca como acompanhamento frequente de carnes, podendo ser servida cremosa ou frita.
Modo de preparo: cozinhe 1 xícara de fubá em 4 xícaras de água com sal, mexendo até engrossar.
A quirera com costelinha, comum no Paraná e em Santa Catarina, combina milho triturado com carne suína.
Modo de preparo: refogue a costelinha, adicione a quirera, água e cozinhe lentamente até ficar macio.
Já a pamonha, de origem indígena, é típica em festas juninas.
Modo de preparo: rale o milho verde, misture com açúcar ou sal, leite e manteiga, coloque na palha e cozinhe em água fervente.
Outra receita popular é o bolo de milho de liquidificador, comum no café da tarde.
Modo de preparo: bata milho, ovos, leite, açúcar e fubá, adicione fermento e leve ao forno até assar.
Com forte presença na mesa e na economia, o milho mantém seu papel central na cultura alimentar e produtiva do país.











