A 7ª Região Tradicionalista do MTG/RS divulgou uma nota oficial sobre as informações divulgadas pelo Município de Passo Fundo a respeito da fiscalização e do recolhimento de cavalos encontrados em situação irregular no perímetro urbano.
As informações sobre o movimento foram divulgadas pelo Grupo Planalto de Comunicação.
A entidade afirma que animais soltos em vias públicas, abandonados ou submetidos a maus-tratos devem ser fiscalizados e que sejam adotadas as medidas previstas em lei. Ao mesmo tempo, defende a diferenciação entre situações de abandono ou irregularidade e casos em que os animais são mantidos pelos proprietários com alimentação, cuidados veterinários, abrigo, segurança e acompanhamento.
A 7ª Região Tradicionalista também destaca o uso do cavalo em atividades campeiras, esportivas e tradicionalistas e sua relação com a cultura gaúcha.
A entidade defende que as ações de fiscalização considerem cada situação e que os proprietários tenham acesso à informação, orientação e ao devido processo legal, principalmente quando não houver abandono, maus-tratos ou risco à população.
Segundo a nota, eventuais irregularidades não devem ter como única medida o recolhimento dos animais. A entidade defende que o Poder Público disponibilize orientações aos proprietários, estabeleça critérios de fiscalização e possibilite a regularização dos casos quando isso for possível.
A 7ª Região Tradicionalista afirma ainda que não compactua com maus-tratos, abandono ou práticas irresponsáveis envolvendo animais e que proprietários que mantêm os animais de forma responsável não devem ser tratados da mesma forma que aqueles que cometem irregularidades.
Uma reunião foi realizada para tratar da situação. Participaram o coordenador da 7ª Verceli de Oliveira; o diretor Campeiro, Wagner Vieira; o diretor do Departamento da Vaca Parada, Daniel Vieira; o diretor da Micro Campeira, Tiago Apolinário; o diretor de Cavalgada, Diego Vercelí; o secretário de agricultura Evandro Meirelles; os vereadores Gio Krug e Rafael Colussi; o prefeito municipal Pedro Almeida; o secretário de comunicação Diorges Oliveira e demais autoridades.
A 7ª Região Tradicionalista informa que está disposta a manter o diálogo com a Prefeitura Municipal, a Secretaria do Meio Ambiente, a Coordenadoria de Bem-Estar Animal e os demais órgãos envolvidos.
A entidade afirma que busca discutir medidas que atendam à legislação, ao bem-estar dos animais, à segurança da população e à continuidade das atividades tradicionalistas.
“A tradição, a responsabilidade e o bem-estar animal podem e devem caminhar juntos”, afirma a nota da 7ª Região Tradicionalista.













