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UPF fará entrega do Passo Fundo Valley em 20 de maio O distrito de inovação tem investimento de R$ 13 milhões, viabilizado por Finep e recursos próprios

Foto: UPF (divulgação)

Com 10 hectares e mais de 7 mil m² dedicados à inovação aplicada, o complexo amplia em 75% a capacidade do UPF Parque e posiciona o Norte Gaúcho no mapa nacional dos ecossistemas de inovação fora do eixo Rio–São Paulo.

 A Universidade de Passo Fundo (UPF) entrega no mês de maio o Passo Fundo Valley, distrito de inovação de 10 hectares construído no Campus I, em Passo Fundo (RS). O complexo recebeu R$ 13 milhões em investimentos — R$ 10 milhões via edital da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e R$ 3 milhões em recursos próprios da universidade — e somará mais de 7 mil metros quadrados destinados a laboratórios, coworking, incubação de startups e espaços para eventos e capacitações. As obras estão em fase de finalização e serão entregues no dia 20 de maio.

O Passo Fundo Valley vai ampliar em mais de 75% a capacidade do UPF Parque, somando 2.900 m² de nova infraestrutura aos 4 mil m² já em operação. O projeto consolida o parque científico e tecnológico da UPF como o principal hub de inovação aplicada do Norte Gaúcho e marca a entrada da região no mapa nacional dos grandes ecossistemas de inovação universitária — hoje concentrados majoritariamente em capitais e no eixo São Paulo–Rio de Janeiro.

“A Universidade de Passo Fundo tem um compromisso histórico com o desenvolvimento regional. O Passo Fundo Valley representa o futuro que estamos construindo hoje. É a evolução natural do nosso Parque — um investimento estratégico que não apenas ampliará nossa capacidade física, mas que irá aprofundar nossa vocação de ser um celeiro de inovação, talentos e novos negócios”, afirma a reitora Bernadete Dalmolin, da UPF.

O que vai operar no Valley

A nova infraestrutura prevê ambientes de coworking e laboratórios voltados à prototipagem e à pesquisa multidisciplinar, espaços para eventos e capacitações, áreas de incubação para startups em estágio inicial e estruturas para a chegada de empresas-âncora. A operação foi desenhada para integrar academia, mercado e setor público, com programas de mentoria e transferência tecnológica conduzidos pelo UPF Parque.

Entre os impactos esperados estão a geração de empregos qualificados nas áreas de tecnologia, pesquisa, gestão e inovação, o estímulo à economia local pela atração de novos negócios e o fortalecimento da integração entre universidade e setor produtivo da região.

Ocupação avança antes da entrega

O modelo de negócio coloca à disposição de empresas e empreendedores das mais diversas áreas, terrenos localizados no distrito. Neste formato, as empresas que fizerem parte do ecossistema de inovação terão acesso a toda estrutura da Universidade, incluindo pesquisa, extensão, inovação e laboratórios.

Antes mesmo da inauguração, o ecossistema do UPF Parque conta com 50 empresas e instituições, 17 empresas residentes, 8 startups associadas e 7 incubadas, e mais de 70 postos de trabalho diretos. Além disso, registra a chegada de 4 novos residentes e 5 novos associados, sinalizando demanda consolidada de mercado pela ocupação dos novos ambientes.

Aporte estratégico via Finep

A captação de R$ 10 milhões em recursos via edital da Finep — principal agência federal de fomento à ciência, tecnologia e inovação no país —, somada aos R$ 3 milhões investidos pela própria UPF, coloca a universidade entre as instituições brasileiras com maior aporte recente em infraestrutura ligada a parques científicos e tecnológicos universitários.

PASSO FUNDO VALLEY EM NÚMEROS

  • 10 hectares — extensão do distrito de inovação

  • 7.000+ m² — dedicados à inovação (2.900 novos + 4.000 existentes)

  • R$ 13 milhões — investimento total (R$ 10 mi Finep + R$ 3 mi UPF

  • 20 de maio de 2026 —  entrega oficial

  • 2 + 5 — novos residentes e associados antes da inauguração

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