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Coordenadora do Balcão do Migrante e Refugiado da UPF avalia reflexos de terremotos na Venezuela Segundo a professora Patrícia Noschang, a comoção está presente. Os familiares de venezuelanos de Passo Fundo não estão residindo na área do epicentro

Imagem: Federico Parra/ AFP

A data de 25 de junho lembra o Dia do Imigrante.  É o momento de homenagear as pessoas que nasceram em terras estrangeiras e chegaram para  contribuir com o desenvolvimento do Brasil.

Infelizmente, a data é marcada pela angústia de toda a coletividade para os reflexos dos terremotos que atingiram a Venezuela na noite anterior, 24 de junho, causando mortes, pessoas feridas e rastro de destruição espalhado por Caracas e arredores.  Muitas famílias venezuelanas vieram para Passo Fundo e região e aqui construíram sua história.

Era um momento de desafios e de esperança para o país. Os familiares das pessoas que residem na capital do Planalto Médio não estão atualmente nas áreas do epicento, mas não há como não se comover, como relatou a coordenadora Patrícia Noschang, do Balcão do Migrante e Refugiado da Universidade de Passo Fundo (UPF).

Ela lembra que muitas pessoas vieram da Venezuela e aqui firmaram suas bases, encontrando a acolhida para o trabalho e a vida com dignidade. E assim é o Brasil, um país formado e construído por várias diferentes nacionalidades, que migraram de seus países com o sonho de obter melhores condições de vida em terras brasileiras.

Na entrevista, concedida ao programa Comando Popular, a professora também destacou os trabalhos realizados pelo Balcão do Migrante e Refugiado e como a comunidade pode contar com os serviços junto à UPF.

OUÇA AQUI A ENTREVISTA:

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