A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (08), um homem suspeito de ser o autor do homicídio registrado na noite de quarta-feira (7), na Rua David Canabarro, no Centro de Carazinho.
A vítima, um homem de 29 anos, foi atingida por disparos de arma de fogo e morreu no local. A prisão ocorreu menos de 24 horas após o crime.
A ação foi realizada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) de Carazinho, com apoio da Seção de Investigação da Delegacia de Polícia de Carazinho. Segundo a investigação, há indícios de envolvimento de uma facção criminosa no homicídio.
As diligências tiveram início logo após o crime, com análise de imagens de câmeras de segurança e trabalho de campo das equipes policiais. A partir dessas informações, o suspeito foi identificado nas primeiras horas da investigação.
Na manhã desta quinta-feira, o homem foi localizado e abordado pelos policiais. Durante a ação, ele teria resistido à prisão, sendo necessário contê-lo. O suspeito possui antecedentes policiais e, após a prisão preventiva ser decretada pelo Poder Judiciário, foi encaminhado ao sistema prisional.
Uma segunda pessoa acompanhava o suspeito no momento da abordagem. Ela foi identificada e ouvida pelas autoridades, mas a participação no homicídio foi descartada pela investigação.
Segundo o delegado Leandro Antunes, a principal linha de investigação aponta que o crime teria sido determinado por uma facção criminosa com atuação em Carazinho. A Polícia Civil trabalha para identificar e responsabilizar todos os envolvidos, inclusive possíveis mandantes.
A investigação também apura a possibilidade de o homicídio estar relacionado a uma ação conhecida como “Tribunal do Crime”.
Além disso, a Polícia Civil apura publicações realizadas nas redes sociais após o crime, contendo ameaças e apologia à violência. Os responsáveis deverão ser identificados e responsabilizados conforme a legislação.
Informações que possam auxiliar nas investigações podem ser repassadas à DRACO de Carazinho pelo telefone (54) 9 8429-6401. O sigilo do informante é garantido.
Reportagem: Jeferson Vargas










