Na tarde desta quarta-feira (17), uma mulher destruiu a porta de vidro da sede da Corsan, localizada na Travessa Mem de Sá, no bairro Rodrigues, em Passo Fundo.
Conforme informações apuradas pelo repórter Jeferson Vargas no local, a mulher chegou até a central de atendimento portando um martelo e quebrou a porta de vidro de entrada da unidade. Ela foi contida pelos funcionários até a chegada da Brigada Militar.
A guarnição compareceu rapidamente ao local, colheu o depoimento da mulher, realizou o registro dos fatos e os demais procedimentos legais cabíveis.
Durante o acompanhamento da ocorrência, a reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da Corsan. A companhia informou que deverá encaminhar uma nota oficial sobre o caso.
No local dversos clientes relataram insatisfação com os valores das contas de água e outros problemas relacionados ao serviço prestado pela companhia. As reclamações envolvem, principalmente, aumentos considerados elevados nas cobranças e dificuldades enfrentadas por consumidores para solucionar demandas junto à empresa.
O caso será apurado pelas autoridades competentes.
Reportagem: Jeferson Vargas
Grupo Planalto de Comunicação
NOTA DA CORSAN:
“NOTA DE ESCLARECIMENTO – Ocorrência em Loja de Atendimento Corsan em Passo Fundo
A Corsan está apurando as circunstâncias de um episódio de vandalismo cometido em sua loja no município de Passo Fundo na tarde desta quarta-feira (17), quando uma pessoa destruiu, a martelada, os vidros da loja, ameaçando integridade física de colaboradores e clientes presentes.
A Companhia repudia todo e qualquer ato de vandalismo. Medidas cabíveis serão tomadas para apontar responsabilidades. A Brigada Militar foi acionada para atender a ocorrência.
A autora do ato não é cliente da Corsan, não estava aguardando para ser atendida e sequer entrou nas dependências da loja. Foi ao local com o objetivo deliberado de vandalizar.
A Corsan identificou que se trata de uma moradora de área de ocupação onde a empresa promove ações de implantação de rede e regularização do sistema que é, atualmente, abastecido por bica pública.”












