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Governo do RS planeja projeto para pagar R$ 450 a quem adotar animais resgatados da enchente O auxílio pretende cobrir custos por seis meses, cada pessoa pode adotar até dois pets.

Para ajudar a encontrar lares para animais resgatados durante as enchentes, o governador Eduardo Leite anunciou um novo projeto de incentivo à adoção. Desenvolvido pelo Gabinete de Projetos Especiais do Vice-Governador e pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), o projeto será apresentado à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (AL-RS) nesta semana, com um investimento planejado de R$ 6,86 milhões focado no bem-estar animal.

Leite destacou que o objetivo do projeto é apoiar as pessoas interessadas em adotar um animal de estimação, garantindo que esses animais, que foram afetados pelas enchentes, encontrem um lar adequado. “Queremos que todos esses animais encontrem um lar, mas sabemos que muitas pessoas podem querer adotar um animal, mas não têm condições de fornecer os cuidados iniciais. Por isso, vamos enviar um projeto à Assembleia Legislativa para oferecer um incentivo financeiro, facilitando as adoções e assegurando que os animais resgatados sejam encaminhados para lares,” afirmou Leite.

O vice-governador Gabriel Souza afirmou que o projeto garantirá o bem-estar dos animais. “Os animais resgatados das enchentes terão seu bem-estar assegurado, pois serão adotados por famílias interessadas em cuidar deles, e não apenas motivadas pelo incentivo financeiro,” disse.

O projeto prevê que as pessoas que desejarem adotar um animal de estimação afetado pelas enchentes, mas que não tenham condições financeiras para isso, recebam um incentivo. De acordo com a proposta, o governo pagará R$ 450 por animal adotado, permitindo que cada pessoa adote até dois animais. Esse valor cobre os custos básicos de cuidados com os animais durante seis meses.

O pagamento será feito em duas parcelas: a primeira após a adoção do animal e a segunda três meses depois, com um acompanhamento para garantir o bem-estar do animal adotado.

Além disso, todos os animais disponíveis para adoção estarão castrados e microchipados, graças a uma parceria com hospitais universitários veterinários, o Ministério Público do Rio Grande do Sul e o Grupo de Resposta a Animais em Desastres (Grad).

Essa iniciativa faz parte do Plano Rio Grande, que trabalha em três frentes para enfrentar os efeitos das enchentes: ações emergenciais, ações de reconstrução e um futuro sustentável para o Rio Grande do Sul.

Atualmente, 15.259 animais de estimação estão abrigados em 353 locais em todo o estado. As maiores concentrações estão em Canoas (5.335 animais) e Porto Alegre (4.223).

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