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Vestibular UPF: mulheres são 70% dos inscritos na prova presencial Na opinião das estudantes, número representa uma mudança e um momento de maior inserção das mulheres em diferentes espaços da sociedade

Foto: Camila Guedes

Quando o avô da estudante Anita Grotto concluiu o curso de Medicina, apenas dois dos mais de 20 formandos eram mulheres. Anos depois, Anita faz parte de um momento histórico e representativo na Universidade de Passo Fundo: 70% dos inscritos para a prova presencial do Vestibular de Inverno são mulheres. Realizado neste sábado, dia 22 de junho, no Campus I, o processo seletivo reuniu milhares de candidatos que concorrem a vagas em mais de 20 cursos presenciais na Instituição.

Para Anita, que tem 18 anos e veio de São Leopoldo para concorrer a uma vaga ao curso de Medicina, é uma alegria saber que a maior parte das inscrições para  o Vestibular são de mulheres. “Eu fico muito feliz de fazer parte dessa mudança”, comenta. Assim como ela, Eduarda Marquardt, de Canoas, também vê de forma positiva a mudança. “É gratificante ver que cada vez mais as mulheres vêm tomando esse espaço. Eu percebo bastante, principalmente no mundo da Medicina, e eu fico muito feliz com isso porque é uma conquista”, frisa.

Na opinião da reitora da UPF, Bernadete Maria Dalmolin, primeira mulher a assumir o cargo na Instituição, esse dado representa um movimento de maior inserção da mulher nos diferentes espaços da sociedade, na busca pela ciência, na busca pela formação e na busca pela transformação social. “Esse é um dado bem interessante e representa essa necessidade que nós temos de mais mulheres em todas as instituições, empresas e em todos os espaços da sociedade”, acrescenta.

Confira outros depoimentos:

“É uma emoção saber que 70% dos participantes do Vestibular da UF deste ano são meninas. Isso é muito representativo, porque mostra que a gente está cada vez conquistando mais o espaço de um lugar tão importante. Eu, como uma jovem cientista, reafirmo a importância de a gente se impor e conquistar o lugar que a gente deseja conquistar no mundo”. Laura Nedel Drebes – Porto Alegre

“Vejo que a mulher está ganhando cada vez mais espaço no mundo e a nossa turma hoje, o nível 1 da medicina UPF, é formado pela maioria de mulheres e eu sinto a felicidade de ver que a gente tem cada vez mais espaço”. Júlia Brum – Acadêmica de Medicina UPF

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